1970/1979

OBRAS E CONCEITOS |

ESTILINGUE | árvore, plástico, gêsso e pigmento - Praia do Canto, Vitória, 1970 [foto Sagrilo]




ESTILINGUE GIGANTE
[Praia do Canto, Vitória - ES 1970]




INSCRIÇÃO
[Centro de Artes UFES, Vitória - ES 1971]




IMAGENS FOTO-GRÁFICAS [Aliance Française, Vitória - ES 1971]




BANDEIRAS E ESPELHOS
[Vitória - ES, Rio de Janeiro, 1970/1972]


A ÚLTIMA EXPOSIÇÃO
[Galeria Hilal, Vitória - ES 1972]




TRISTE TRÓPICO
[Theatro Carlos Gomes, Vitória - ES 1975]




MUITO PRAZER
[Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro - RJ 1975]


TARU
[Galeria Homero Massena, Vitória - ES 1979]




TROPICASSO
[ 1979]


Nenna e a vanguarda capixaba

Almerinda da Silva Lopes

(Ufes/Anpap)

[texto apresentado no "XIV Encontro Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas", em outubro 2005 na Universidade Federal de Goiânia]

"Mantido o devido distanciamento no tempo, torna-se possível entender, em algum sentido, porque razão as proposições plásticas do artista se impuseram como um fenômeno isolado e razoavelmente marginal, não obstante ela ter sido reconhecida fora dos limites do Espírito Santo.

Foi preciso aguardar algum tempo para que, com isenção e clareza, se pudesse compreender que o mesmo procurava introduzir as concepções artísticas contemporâneas numa capital que sequer havia assimilado o ideário modernista.

Ao equacionar que a praxe artística local deveria saltar de uma polaridade a outra, isto é, abandonar os conceitos conservadores e passadistas para cotejar as linguagens contemporâneas, sem sequer passar pela via retrospectiva do modernismo, o artista abria uma lacuna abissal (ou uma dicotomia?) no processo de formação da mentalidade artística capixaba.

Isto porque a ruptura com a tradição ou a atualização artística não se impôs, aqui, como necessidade defendida e capitulada por um grupo coeso de artistas, mas surgia como vontade isolada ou anseio solitário, que partiu de um jovem que apenas aspirava à condição de se tornar um artista em perfeita sintonia com o seu tempo cultural e histórico."




TARU | instalação c/ video, areia, vidros e desenhos- Galeria Homero Massena, Vitória, 1979 [foto Carlito Medeiros - A Gazeta]


[por ordem de publicação]

* Até 1981, Nenna assinava Atilio Gomes Ferreira...




Atilio e o Estilingue Gigante
[A Tribuna, junho 1970
texto Arlindo Castro]


O Estilingue
[A Gazeta, 17 junho 1970
texto Luiz Tadeu Teixeira]


A comunicação é um grilo
[O Dário, 18 agosto 1970
Entrevista]


O Gigante do Estilingue
[O Pasquim, 1971
texto Luiz Carlos Maciel]

Atilio
[O Diário, 1972
texto Rubinho Gomes]

Atilio mostra "Triste Trópico"
[A Tribuna, 1975
texto Glória Musiello]

O amarelo e o branco não estarão no "party" de hoje
[A Gazeta, 1975
texto Amylton de Almeida]

Triste Trópico teve um final feliz
[A Gazeta, 1975
texto Arlindo Castro]

Atilio Gomes: "Como explicar que certas coisas não se explicam?"
[A Tribuna, 08 outubro 1975
texto Tinoco dos Anjos]


Arte jovem
[Jornal do Brasil, 1976
texto Roberto Pontual]

Atilio Gomes no MAM
[A Gazeta, 1976
texto Jairo de Britto]


No MAM, a arte conceitual de um capixaba inquieto
[A Tribuna, 1976
texto Heraldo Costa Santos]

Ambiente de Atilio Gomes Ferreira
[A Gazeta, 1979
texto Carlos Chenier]

Arte Ambiental
[A Tribuna, 1979
texto Glória Musiello]

Secretário retira gravuras de exposição em Belém
[O Globo, 1979
texto noticiário]


Arte Ambiental
[A Tribuna, 1979
texto Glória Musiello]

O Estilingue
[Revysta.com, junho 2001
edição Jana de Assis]


Estilingue Gigante e Oceano de Luz
[Overmundo, 07 março 2007
texto Ana Cristina Murta]